Financiamento Imobiliário: Sistema de Financiamento Imobiliário (SFI)

O Sistema de Financiamento Imobiliário foi criado em 1997 para ser um modelo de financiamento menos restritivo que o SFH. Os imóveis financiados pelo SFI podem ser residenciais, comerciais, mistos e multifamiliares, e tanto pessoas físicas como jurídicas são contempladas pelo sistema.

O SFI não impõe um limite de renda máxima, mas os imóveis devem custar até 10 milhões de reais e o valor do financiamento não ultrapassa os 5 milhões.


O financiamento de imóveis comerciais é de até 80% e o prazo de até 360 meses. Não há problema se o interessado já tiver um financiamento ou imóvel em seu nome.

Como no SFH, as parcelas do financiamento não podem passar dos 30% da renda mensal e é possível usar a Carta de Crédito do SBPE. O saldo FGTS também pode ser utilizado, mas a Carta de Crédito não. Os juros podem ser mais altos que os do SFH, passando dos 12% ano: eles variam de acordo com os bancos, o mercado e valor do imóvel.


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Financiamento Imobiliário: Minha Casa Minha Vida

Em 2009, o governo criou o Minha Casa Minha Vida, com o objetivo de tornar a moradia acessível às famílias de baixa renda. O programa está dentro do SFH, mas possui critérios mais específicos.


Enquanto os outros tipos de financiamentos podem ser feitos por bancos diversos, o Minha Casa Minha Vida é feito apenas pela Caixa Econômica Federal. Ele atende a três grupos de famílias, oferecendo benefícios diferentes de acordo com suas rendas.

O primeiro é formado por famílias com renda mensal de até R$ 1.600. Seus imóveis são pagos em até 96% pelo governo, o financiamento dura 10 anos e as parcelas equivalem a, no máximo, 5% de sua renda mensal.

O segundo grupo é das famílias com renda entre R$ 1.600 e R$ 3.275. Elas podem receber subsídios, para a entrada de imóveis, de até R$ 25 mil, e descontos no seguro e taxas de juros.

As famílias com renda mensal entre R$ 3.275 e R$ 5 mil formam o terceiro grupo. Não recebem subsídios, mas têm direito a uma taxa de juros menor que a de outros financiamentos.

O programa tem um valor máximo permitido para contemplar imóveis, que varia de acordo com a região em que eles estão localizados. 

# Distrito Federal e nas regiões metropolitanas de SP e RJ, os imóveis devem valer até R$ 190 mil; 

# Capitais ou cidades com mais de um milhão de habitantes, R$ 170 mil; 

# Imóveis de até R$ 145 mil são permitidos em municípios mais de 250 mil habitantes; 

# Em cidades com população igual ou superior a 50 mil, o valor não deve passar dos R$ 115 mil;

# Nas demais regiões, são permitidos imóveis de até R$ 90 mil.


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Financiamento Imobiliário: Sistema Financeiro de Habitação (SFH)

O Sistema Financeiro de Habitação, criado pelo governo 1964, regulamenta a utilização de recursos para aquisição da casa própria. Sua principal vantagem é a taxa de juros menor que a média do mercado. No entanto, o financiamento precisa atender a alguns critérios para ser classificado como dentro do SFH.

O SFH só financia imóveis residenciais, e para pessoas físicas. O imóvel a ser financiado não pode custar mais de 750 mil reais, nos estados de MG, RJ, SP E DF, e mais de 650 mil nos demais estados. 

A parcela do financiamento não deve ultrapassar 30% da renda mensal da pessoa ou família fazendo o financiamento e os juros não devem ultrapassar o valor de 12% ao ano.

O prazo para pagamento pode ser de até 35 anos. A base de recursos do financiamento pode vir do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) ou do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE).


No caso do FGTS, há duas possibilidades: usar o saldo do FGTS ou usar a Carta de Crédito do FGTS. 

No primeiro caso, a pessoa que está comprando um imóvel usa a quantia que possui na conta, que é depositada todo mês por seu empregador. Com esse saldo é possível abater parte do valor do imóvel ou pagar a entrada. No segundo caso, em que se usa a Carta de Crédito, são utilizados os recursos do fundo, ou seja, uma parcela de toda a quantia recolhida no país. Para conseguir essa carta, é preciso ter renda mensal bruta de até R$ 5.400,00 em capitais e municípios com mais de 250 mil habitantes, e renda de até R$ 4.300,00 nas demais regiões. Ser contribuinte do FGTS por pelo menos 36 meses, que não precisam ser consecutivos, também é necessário.

Também é possível fazer financiamentos com a Carta de Crédito do SBPE, que não estabelece uma renda máxima como limite.


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Você sabia? Projeto Caminhão do Peixe em São José

O projeto do Caminhão do Peixe é uma parceria entre a Prefeitura de São José, através da Fundação Municipal de Meio Ambiente, e a Colônia de Pescadores Z-28.  O objetivo é incentivar o consumo de pescados pela população, oferecendo produtos de qualidade e com preços acessíveis.

São oferecidos 21 produtos com preços que variam entre R$ 5,50 e R$ 25,00 o quilo. As opções são variadas: sardinha, gordinho, filé de linguado, filé de congrio rosa, anchova, corvina e salmão. Todos os pescados já são vendidos limpos.


Confira a programação:

Data: 16 a 19 de dezembro de 2014
Horário: 07h as 12h

DIA
LOCAL
BAIRRO
16/12
Agropecuária do Chico
Fazenda do Max
17/12
Agropecuária da Sandra
Praia comprida
18/12
Posto de Saúde
Bela Vista
19/12
Pátio da Igreja
Sertão do Maruim

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Curiosidades Adimóveis: Casa de vidro por R$ 1.200,00

Dois jovens artistas, o fotógrafo Nick Olson, 27 anos, e a designer Lilah Horwitz, 23, deixaram seus empregos para dar vida ao projeto dos seus sonhos: construir um belo refúgio de vidro, aberto para toda a luz externa, no meio da floresta, em West Virginia, EUA. 






A casa foi construída pelo próprio casal com as janelas usadas que eles conseguiram garimpar pela região e também o que o celeiro da família - onde fica a construção - podia fornecer. 


Apesar de a casa tentar ser ecologicamente correta, não há encanamento ou luz elétrica. Mesmo assim, a casa se tornou um refúgio deslumbrante para os dois jovens e custou em torno de R$ 1.200,00.


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Como usar o seu tempo livre a favor da vida profissional

A busca pelo sucesso profissional exige dedicação, competência, especialização, entre outros inúmeros adjetivos cobrados por mercado de trabalho cada vez mais competitivo. 

Contudo, assim como buscar essas qualidades no dia a dia, quem deseja ser bem sucedido profissionalmente precisa entender também a importância de aproveitar o tempo livre para renovar conhecimentos e por em prática o que aprendeu. Sendo assim, as férias não devem ser usadas apenas para relaxar e repor as energias, mas também para preparar-se e voltar ainda mais apto para o trabalho.

Para te ajudar a fazer um melhor uso também do seu tempo livre, confira algumas sugestões de como usar o tempo de descanso a favor de sua carreira:


1. Reserve momentos para você: descanse o corpo e a mente da rotina profissional. Assim, você diminui o estresse, consegue lidar melhor com as pressões cotidianas e favorece o alcance de melhores resultados, pois terá uma visão mais clara da situação, sem influências emocionais.
  
2. Procure conhecer-se melhor: aproveite as férias para avaliar seu desempenho no trabalho e suas conquistas pessoais. Analise ações, qualidades e o que ainda pode ser melhorado para conseguir resultados mais positivos. O autoconhecimento fará você retornar do recesso mais bem disposto e motivado.
  
3. Esqueça o e-mail: evite acessar e responder mensagens relacionadas ao emprego durante os dias de descanso. Para ficar mais tranquilo, crie uma resposta automática para informar os clientes que está de férias.
  
4. Viaje: faça passeios divertidos com a família e os amigos. Aproveite para fazer o que gosta, mas não costuma ter tempo quando está trabalhando. Isso faz bem à alma e torna a mente mais criativa.
  
5. Atualize-se: procure cursos rápidos, online ou presenciais; leia algo sobre sua área de atuação; invista num intercâmbio para aprimorar a pronúncia e a compreensão de outro idioma e assista a filmes e documentários sobre outras culturas. Aproveite todas as chances de aprimorar suas competências


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IPTU em Florianópolis: Audiência pública em 18/12/2014

Depois de longa briga judicial que terminou com a decisão do Tribunal de Justiça em novembro, as novas regras para a cobrança do IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano) e ITBI (Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis) só serão conhecidas depois do dia 18 de dezembro, quando a matéria será discutida em audiência pública na Câmara dos Vereadores. A votação acontecerá depois do debate, às vésperas do recesso parlamentar. Além de aprovarem a remissão de receita, sem cobrança de carnês suplementares para o ano vigente de 2014, os vereadores pretendem definir as regras de aplicação na nova PGV (planta genérica de valores), o IPTU Social e ajustar as alíquotas para cobrança para transferência de bens imóveis.


Apoiados no discurso de que não cometerão o mesmo erro que em dezembro do ano passado, quando aprovaram na íntegra a lei encaminhada pelo executivo, que acabou suspensa pela Justiça e julgada em definitivo em novembro de ano, a Câmara pretende ampliar o debate com a sociedade e as entidades envolvidas na questão.

Duas questões estão praticamente definidas: o IPTU Social e a decisão de não cobrar o ano de 2014, uma vez que a decisão da Justiça autorizou o município fazer a cobrança. Já os índices de reajuste do ITBI e a aplicação do novo IPTU prometem ampla discussão. No caso do ITBI, a proposta da prefeitura é implantar cota única de 2,5%. Atualmente, as alíquotas têm índices diferenciados para os imóveis adquiridos no SFH (Sistema Financeira de Habitação).

Sobre a PGV, a Câmara pretende discutir como o município aplicará os novos valores venais. A nova planta reajustou os valores venais dos imóveis da Capital, desatualizados há 17 anos, dividindo o município em 15 mil áreas de variação. A proposta poderá conceder ainda mais vantagens ao município que o limitador de 50% determinado pelo TJ, abrindo a possibilidade de o florianopolitano pagar o valor reajustado em parcelas anuais.

Hoje, às 14h30min, os vereadores se reúnem com as entidades que moveram ação na Justiça.

Número de Imóveis em Florianópolis

Total de imóveis: 310 mil
Residenciais: 171 mil
Comerciais: 80 mil
Garagens: 71 mil
Terrenos: 23 mil

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Reprodução: Google / ND online